A Sigillia é construída ao lado de um escritório de advocacia em atividade, por quem trabalha com perícia digital. As duas metades explicam o sistema: de onde vêm as exigências, e por que aqui sigilo se demonstra por registro.
Um escritório em atividade produz exigência todo dia. Uma intimação que chegou e precisa virar tarefa. Um prazo que se conta descontando feriado e fim de semana. Um processo em segredo de justiça que não pode aparecer para a equipe inteira. Um honorário que ninguém sabe dizer se entrou.
A Sigillia foi construída acompanhando esse dia a dia de perto — não de longe, e não por suposição. É de lá que vieram as decisões que mais importam no sistema: separar prazo fatal de prazo interno, tratar sigilo como escopo, e prender o financeiro ao contrato do cliente, com o rateio entre parceiros e o acerto do mês, em vez de numa planilha à parte — e fora do alcance de quem só divide o processo.
Nenhuma função entrou por estar na moda ou por um concorrente ter. O sistema é menor do que poderia ser, e é por isso que o que existe nele funciona.
Preservar uma prova e conseguir demonstrar que ela não foi alterada tem nome no processo penal brasileiro: cadeia de custódia. Registrar quem teve acesso, quando e a quê. Preservar o original. Documentar cada passo entre a coleta e o laudo.
É disso que trata a perícia digital, e é a formação de quem construiu a Sigillia. Não é uma analogia escolhida depois: é a rotina profissional de quem desenhou o sistema.
Por isso o escopo por pessoa e o registro de acesso não são recurso avançado escondido numa aba de configurações — estavam no projeto desde o começo. A ideia de que confidencialidade se demonstra por registro, e não por promessa em contrato, não veio de uma decisão de produto. Veio do ofício.
E o nome da marca vem do mesmo lugar. Sigillum é o selo que fechava um documento e, ao mesmo tempo, provava de quem ele vinha: fechar e atestar, as duas operações de sempre.
Quem escreve o código é quem atende. Não há camada de suporte entre o escritório e quem construiu o sistema — o que limita o tamanho e encurta a correção: um problema relatado de manhã não atravessa três times até chegar em quem pode resolver.
Nada entra por moda nem por comparação com concorrente. Se não resolve um problema real de acervo ou de prazo, fica de fora.
Escopo por pessoa e log de acesso estavam no projeto desde o primeiro dia, porque é assim que se demonstra custódia.
Sem script de atendimento e sem fila de chamado. A resposta vem de quem pode mudar o sistema.
Um projeto de uma pessoa, dito na primeira página. O escritório decide com essa informação, não apesar dela.
Não sou advogado. Curso Direito e construo a Sigillia acompanhando de perto um escritório em atividade. Minha formação é em investigação e perícia criminal, com ênfase em perícia digital.
São duas metades do mesmo problema: uma me diz o que o escritório precisa; a outra, o que significa guardar bem. O que o sistema sabe sobre prazo, acervo e sigilo veio de ver as duas de perto — não de imaginar como seriam.
Prefiro dizer isso aqui, na página que você abre primeiro, a deixar que se descubra na terceira conversa. Uma empresa que vende custódia não pode ter parte obscura — nem sobre si mesma.