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Quem somos

Cadeia de custódia é ofício, não metáfora

A Sigillia é construída ao lado de um escritório de advocacia em atividade, por quem trabalha com perícia digital. As duas metades explicam o sistema: de onde vêm as exigências, e por que aqui sigilo se demonstra por registro.

A origem

Cada tela veio de uma exigência, não de um concorrente

Um escritório em atividade produz exigência todo dia. Uma intimação que chegou e precisa virar tarefa. Um prazo que se conta descontando feriado e fim de semana. Um processo em segredo de justiça que não pode aparecer para a equipe inteira. Um honorário que ninguém sabe dizer se entrou.

A Sigillia foi construída acompanhando esse dia a dia de perto — não de longe, e não por suposição. É de lá que vieram as decisões que mais importam no sistema: separar prazo fatal de prazo interno, tratar sigilo como escopo, e prender o financeiro ao contrato do cliente, com o rateio entre parceiros e o acerto do mês, em vez de numa planilha à parte — e fora do alcance de quem só divide o processo.

Nenhuma função entrou por estar na moda ou por um concorrente ter. O sistema é menor do que poderia ser, e é por isso que o que existe nele funciona.

O ofício

Guardar e provar que nada mudou

Preservar uma prova e conseguir demonstrar que ela não foi alterada tem nome no processo penal brasileiro: cadeia de custódia. Registrar quem teve acesso, quando e a quê. Preservar o original. Documentar cada passo entre a coleta e o laudo.

É disso que trata a perícia digital, e é a formação de quem construiu a Sigillia. Não é uma analogia escolhida depois: é a rotina profissional de quem desenhou o sistema.

Por isso o escopo por pessoa e o registro de acesso não são recurso avançado escondido numa aba de configurações — estavam no projeto desde o começo. A ideia de que confidencialidade se demonstra por registro, e não por promessa em contrato, não veio de uma decisão de produto. Veio do ofício.

E o nome da marca vem do mesmo lugar. Sigillum é o selo que fechava um documento e, ao mesmo tempo, provava de quem ele vinha: fechar e atestar, as duas operações de sempre.

Quem responde

Uma pessoa responde pela Sigillia

Quem escreve o código é quem atende. Não há camada de suporte entre o escritório e quem construiu o sistema — o que limita o tamanho e encurta a correção: um problema relatado de manhã não atravessa três times até chegar em quem pode resolver.

Responsável
Matheus Bonat
Formação
Investigação e Perícia Criminal, com ênfase em perícia digital
Em curso
Direito
Atuação
Perícia digital, em apoio à investigação criminal, no Paraná
Sede
Curitiba, Paraná
Origem do produto
A rotina de um escritório de advocacia em atividade
Situação
Sistema no ar desde setembro de 2026, em uso por um escritório em atividade; empresa em constituição
O que isso muda

Para o escritório do outro lado

A exigência vem de um escritório

Nada entra por moda nem por comparação com concorrente. Se não resolve um problema real de acervo ou de prazo, fica de fora.

Sigilo é registro, não promessa

Escopo por pessoa e log de acesso estavam no projeto desde o primeiro dia, porque é assim que se demonstra custódia.

Quem constrói é quem responde

Sem script de atendimento e sem fila de chamado. A resposta vem de quem pode mudar o sistema.

O tamanho é conhecido

Um projeto de uma pessoa, dito na primeira página. O escritório decide com essa informação, não apesar dela.

Não sou advogado. Curso Direito e construo a Sigillia acompanhando de perto um escritório em atividade. Minha formação é em investigação e perícia criminal, com ênfase em perícia digital.

São duas metades do mesmo problema: uma me diz o que o escritório precisa; a outra, o que significa guardar bem. O que o sistema sabe sobre prazo, acervo e sigilo veio de ver as duas de perto — não de imaginar como seriam.

Prefiro dizer isso aqui, na página que você abre primeiro, a deixar que se descubra na terceira conversa. Uma empresa que vende custódia não pode ter parte obscura — nem sobre si mesma.

Matheus BonatCuritiba · 2026
contato@sigillia.com.br